Um debatedor que conspira para matar o debate
Nenhum candidato deve ser obrigado a participar de debates, nem deve ser punido, com a exibição do púlpito vazio, por exemplo, por causa disso. Participar ou não de eventos desse tipo é estratégia eleitoral.
Menos aceitável, na minha opinião, é participar de debates com o objetivo de desmoralizá-los publicamente. Já vimos isso ocorrer inúmeras vezes. Em 2022, o tal padre Kelmon, que não era padre, se beneficiou da legislação eleitoral para tentar descaracterizar um evento em benefício de Jair Bolsonaro.
Em 2024, na campanha à Prefeitura de São Paulo, Pablo Marçal usou um debate para provocar o caos e desequilibrar os adversários. Datena mordeu a isca e lançou uma cadeira em direção ao candidato.
Leia mais (10/19/2026 – 16h05)